Arquivo da categoria: Educação entre Pares

Nosso ultimo encontro do ano 2012

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A dinâmica inicial foi a do espelho. Colocamos um espelho dentro de uma caixa de madeira e falamos que dentro tinha a foto de uma colega da turma. Que como era o ultimo encontro  a ideia era fazer uma avaliação..

A cada jovem que pegava a caixa ao abrir, uma cara de surpresa, assim os jovens aconteceu a autoavaliação de participação, falada na terceira pessoa:

– “Essa pessoa aprendeu muito aqui nesse espaço”

– “ Hoje essa pessoa,  é uma pessoa melhor na vida”

– “Aprendeu muito, a respeitar a opinião das outras pessoas”

– “Aprendeu a debater, falar e garantir a fala do outro”

-“ Essa pessoa quer ter a oportunidade de participar mais, está mais presente”

– “ Essa pessoa hoje tem um dialogo mais aberto, respeitoso e compreensivo”

– “Apesar das diferenças, dos diferentes caminhos, a formação transformou essa pessoa em ser humana melhor, mais cuidadosa. E Hoje  tem objetivo, sonho e metas compartilhada com missão igual a todos aqui”

-“ apesar das ausência, pouca participação esse espaço foi especial, mudou rumo dessa pessoa”

-Essa pessoa descobriu um universo a sua volta, alias conseguiu enxergar. E é mágico! “A Viração é especial, é muita emoção pensar em tudo que aconteceu aqui….Não consigo nem falar”

– “Essa pessoa é doente das idéias, pensa muito e esse espaço é louco permite a essa pessoa à fala, isso é o mais legal, diversidades”

– Todas as pessoas da AJN deixaram marcas nessa pessoa para vida toda.

– Essa “pessoa, conheceu melhor a cidade, aprendeu a circula, antes ela nem colocava o é na esquina de casa”

– “Essa pessoa ganhou vários amigos especiais”

– “Essa pessoa aprendeu a construir opiniões coletivas, a fazer junto”

Após dinâmica da autoavaliação no grupo, a Educomunicadora Elis dividiu o grupo em três sub grupos para uma avaliação coletiva com seguintes questões:

 

1. O que vocês entendem por educomunicação?

– è aprender na pratica, diferente daa escola…e esse formato é mais eficaz e atrativo.

 

2. De que forma você aprendem aqui?

– Respeitando, recriando, enxergando  o outro mundo que acontece aqui (esse mundo se refere as relações como acontece no espaço, solidário, de respeito, igualdade, simplicidade, espaço para imaginação, para diferentes culturas, aprendizagem coletiva, liberdade e experiências) – O grupo, fez uma cartaz com essas palavras gigantes…

 

3. Teve alguma que a Formação de AJN  ajudou nas aulas da escola?

– Fotografia, Cotas e Direitos Humanos, não só ajudou na escola mais em provas de seleções, por que a oportunidade de discutir os mais diferentes temas de forma aberta faz ter um bom argumento.

 

4. Teve alguma formação que ajudou na sua comunidade, seu grupo ou organização?

– Formação de Direitos Humanos, tem muita violação de direitos que não era percebido antes, muito preconceito.

5. Qual é a importância da comunicação pra vocês?

–  carro chefe do pensamento, poder expressar para outro o que ta na sua cabeça, duas idéias, vontade, desejo é muito importante.

 

6. Qual momento vocês acharam mais importante AJN?

Todos os momentos, pois todos os momentos fomos nos que fizemos com vocês, todos os momentos a gente foi nós mesmo.

 

 

7. Como vocês se sentiram nas atividades de educação entre pares (multiplicação)?

 

– A vontade em todos os sentidos… Tem uma linguagem mais próxima, divertida.

8.  Quais das ferramentas de comunicação vocês mais gostaram de aprender a fazer? Por quê?

– Foto, vídeo, reportagem, radio…a oportunidade de fazer coberturas de eventos foi muito legal,  vocês são lindos, ampliaram nossos conhecimentos

– Qual foi a maior mudança que você sentiu em você desde que começou a AJN?

 

– Novas visões sobre o mundo, novo jeito de lidar com as pessoas…lições que vamos levar para vida toda.

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Pensando a cidade e as eleições…

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Iniciamos a formação com um jogo cooperativo, para quebrar o gelo.

A Educomunicadora Elis dividiu o grupo em quatro sub- grupos e facilitou o jogo, ao final da atividade foi apresentada a proposta da oficina e o grupo acolheu os quatro novos colegas que chegaram para participar da Agência Jovem, Vinicius, Ramonna, Sirly e Ana Paula.

Dia quente pessoal um pouco cansado, mas animado.

A primeira atividade da oficina.

-Foi solicitando a tod@s que desenhassem o seu corpo em seguinda associasse lugares da cidade que eles/elas circulavam ao corpo e desse um sentido a isso. (15 min).

Ao finalizar o desenho os jovens foram convidados a apresentar para grande roda, a partir do momento que o grupo foi apresentando o educomunicador Rafael foi anotando os diversos espaços citados pelo grupo enquanto a educomuniadora Elis fez uma varal com os desenhos.

– Pista de Skate; escola; estádio futebol; Câmara dos vereadores; Ônibus; prédios; Memorial da America latina; Rua Augusta; Fazenda da Juta;Cinema; Parques; Quadras.

Ao final da apresentação, o grupo foi questionando sobre  a ligação dessa atividade com o tema de participação, assim iniciamos um debate sobre a cidade, nosso olhar e nossa postura diante da política.

Ao fazer essa ligação, o Educomunicador Rafael deu inicio a uma apresentação de ppt. (anexo)

O Rafael foi interagindo sua apresentação com as observações e duvidas dos jovens.

As 15:30 realizamos o intervalo, estava muito quente nossa sala.

Retornamos do intervalo com intervenção poetica, a educadora Elis distribui 14 pedaços de um poema que foi construindo na Rio+20 , Se os povos Governassem o mundo.

O grupo retornou um a leitura dessa poesia coletiva e após a leitura se deu continuidade ao debate político que redeu ate tarde 17:20.

Encerramos a atividade com tuttu, para dar boas vindas aos novos

Foi um dia dinâmico, quente em muito polêmico sobre a eleições e os candidatos a prefeitura de São Paulo. Tivemos a presença da Maria Adrião e Adriana Alvarenga da UNICEF.

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Agência Jovem de Notícias inicia formação de adolescentes

Da Redação, de São Paulo (SP)

Cerca de 30 adolescentes, de diferentes regiões de São Paulo, se reúnem todas as terças-feiras para participar do novo ciclo de formação da Agência Jovem de Notícias (AJN). Os encontros acontecem na sede da Viração, no centro da cidade, e tem o propósito de preparar os jovens para atuarem como comunicadores comunitários.

A formação teve início em agosto e segue até o final de 2012, abordando temáticas ligadas ao universo da juventude e aos direitos humanos, como sexualidade, trabalho na infância e adolescência e democratização da comunicação. Ao longo do processo, os participantes serão incluídos nas coberturas educomunicativas realizadas pela Viração.

Moradora da Vila Guacuri, na zona sul,Evellyn Ferreira acredita que as formações da AJN serão momentos para a troca de conhecimentos entre os integrantes.“Acho que esse é um espaço do qual não irei receber apenas conhecimento, mas também poderei passar o que sei. Entrar neste processo com uma galera que tem muitas experiências para dividir está sendo o máximo, pois debatemos sobre diversos assuntos e temas, e compartilhamos, ao mesmo tempo, muitas dúvidas”, conta a estudante de 17 anos.

Evellyn diz que soube da formação por meio de uma amiga e logo se animou para participar. “Eu já conhecia a Revista Viração através de alguns amigos que participaram de outros projetos e, sendo assim, fui conhecendo mais e mais sobre o espaço. Até uma líder comunitária ter me falado sobre o curso que aconteceria da Agência Jovem de Notícias. Então procurei a instituição Casa de Cultura e Cidadania São Paulo e, através dela, me escrevi”.

O novo ciclo de formação da AJN conta com o apoio do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), Programa VAI e a parceria de organizações que atuam com juventude e comunicação. São elas: Coletivo Imargem; Centro Social Bom Parto; Fundação Julita; Centro de Juventude Moca; Casa do Zezinho; Curso Popular Mafalda; Comunicadores Ambientais; Escola Estadual Bento Perreira; Curso Agropecuária; Grupo Articulador Aricanduva; Grupo Articulador CIRES – Fazenda da Juta; EMEF Céu Caminho do Mar; Projeto Quarto Mundo; Mundo em Foco.

 

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Além da indignação

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Tema: participação, Democracia.

Objetivo: Construir um caminho para ação política do indivíduo para a sociedade.

–  Criar junto com o grupo um conceito para participação política a partir de vivência e conhecimentos deste coletivo.

– Mapear e apontar outros exemplos de espaços de participação política em casa, na escola, na comunidade, em redes etc;

– Avaliar as oportunidades, espaços e eficiência para a participação política.

Relatório:

Iniciamos com a Dinâmica do Carteiro: Onde cada um falava: Eu sou NOME, vim trazer carta para quem participa ou participou de um grupo ___________. As pessoas que já tinha participando ou participa tinha que se mudar de lugar, foi assim que começou a formação.

A turma de adolescentes do GT Trabalho Infantil e adolescente aplicou rapidamente uma atividade, Adolescente é hora de…………… e os jovens completaram a frase, material será usado na construção de um encarte.

Após essa atividade a Elis apresentou a proposta do da e deu inicio a formação com documentário: Por que Democracia? Por favor, Vote em Mim –  conta o processo de eleição de representante de sala de uma turma de terceira serie na china.

Finalizando o vídeo a turma dividiu em três grupos para debater sobre, democracia e  a participação juvenil, receberam algumas perguntas para refletir e pensar uma apresentação, forma, de painel, dramatização, musica, poesia para apresentar. Negociei com grupo o tempo de duração dessa atividade

Pontos para conversa:

– O que é democracia?

– Vocês percebem a atuação juvenil nos diferentes espaços na sua comunidade e escola?

– Existem ações importante liderada por jovens? Quais?

– O que vocês entendem por democracia?

– Como acontecem as participações dos jovens?

– Os jovens participam das decisões de fato e lugares de poder?

– O que entendemos por participação?

– Como o jovem encarado pela sociedade?

-Como jovens participam dos diferentes espaços?

-Quais são os espaços mais comuns de participação dos jovens?

Na grande roda, os grupos apresentaram suas reflexões de forma diferentes, Musica, poesia e Painel…Na grande roda discutimos nosso entendimento sobre participação, os diferentes espaços que os jovens circulam e participam de forma efetiva, como a sociedade encara os jovens e a escassez de espaço para os jovens participar de forma ativa na política.

Intervalo

Retornamos e os grupos retornaram aos seus grupos para pensar alguns problemas na cidade de São Paulo e solução para apresentar na roda, como se fosse proposta de mandato de algum partido, os grupo conversaram escolheram seus representantes , negociaram suas prioridades e pensaram as soluções.

Os problemas escolhidos pelos três grupos foi Transporte Publico, a discussão de mobilidade predominou o direito de ir e vim, de circular na cidade.

Ao final realizamos uma roda para refletir que apesar do grupo falar que o jovem não tem espaço para falar, que a população não tem voz, só convocada na hora de votar, nenhum grupo penso em criar uma proposta de espaço participativo na sua gestão.

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Mesa debate diversidade sexual, vulnerabilidade e HIV

 

Por Webert da Cruz Elias e Joaquim Oliveira Moura

A mesa redonda “Violência e iniqüidade de gênero”,  durante o Congresso de Prevenção, debateu questões relacionadas à violência e desigualdade de identidades sexuais.

O painel mostrou que não é de hoje que se discute o quão a sociedade é machista e heterosexista. Para os participantes, a comunidade LGBT e mulheres são rotuladas a ser uma categoria passiva ao sistema heterosexual patriarcal, desigualdade que restringe essa parcela de pessoas de suas liberdades e fere a integralidade de suas condições e gêneros sexuais.

“É necessário levantar dados específicos  sobre violência doméstica contra mulheres para existir controle social consciente e racional de políticas públicas de enfrentamento a esse problema”, afirmou Josineide de Meneses, uma das coordenadoras da Instituição Gestos Soropositividade Comunicação e Gênero.

Os dados oficiais mostram que existe prevalência de HIV na população mais vulnerável, como mulheres e a comunidade LGBT. Dos casos registrados de 1980 a junho de 2011, 34,6% são do sexo feminino. Entre os jovens gays a taxa de prevalência é de 4,3%. A chance de um homossexual estar infectado é 13 vezes maior, do que um jovem heterossexual.

Uma das propostas foi a criação de políticas públicas contínuas e intersetoriais que enfrentem a iniqüidade de gênero e identidades sexuais e a ampliação de ações educativas, livres de estereótipos, preconceitos e sexismos sobre a não violência contra as integridades das identidades sexuais e a qualificação do Projeto Saúde e Prevenção Sexual nas Escolas – PSE, expandindo este serviço para todos os estados e municípios. O PSE tem a finalidade de contribuir para a formação integral dos estudantes da rede pública de educação básica por meio de ações de prevenção, promoção e atenção à saúde.

Acordo federal

O Brasil conta, desde 2007, com o Pacto Nacional pelo enfrentamento à violência contra mulher. O acordo federativo entre os governos federal, estaduais e municipais brasileiros planeja ações que visam a consolidação de uma Política Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres por meio da implementação de políticas públicas integradas em todo território nacional.

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