Educação entre Pares

Racismo

Nome da atividade: Lapis cor de pele, qual a cor?

Tema: Racismo

Objetivo: Trabalhar a diversidade racial de forma a sensibilizar sobre esta temática.

Duraçao:
*10 minutos Apresentação e explicação da dinâmica
* 15 minutos dinâmica
* 25 minutos roda de conversa sobre a dinâmica e opiniões dos jovens sobre o que foi feito
*10 minutos mostrar vídeos
*40 minutos debate
*15minutos refazer o retrato
*05fechamento da formação

Materiais necessários:  
*Papel sulfite
*Lápis de cor
*Lápis de grafite
*Xerox do texto “Lápis cor de pele”

Publico participante: Adolescentes

Responsáveis: Doralice e Larissa

Linguagens a serem trabalhadas: Iremos mostrar um vídeo de aproximadamente 08 minutos, uma reportagem da vira “lápis cor de pele” e debate.

Passo-a-passo: Inicialmente faremos nossa apresentação e explicaremos sobre a dinâmica. A dinâmica será da seguinte forma: Entregaremos uma folha de papel sulfite para cada jovem e iremos pedir que façam um retrato utilizando o “lápis cor de pele”.

Após o desenho feito iniciaremos uma roda de conversa sobre a dinâmica e o tema. Em seguida mostraremos um vídeo e entregaremos a reportagem “Lápis cor de pele” (Ed. 49) então abriremos um debate para que exponham sua vivência de racismo e como está presente na sociedade.

Pediremos então que refaçam o retrato utilizando agora a cor que lhe agradarem. Para finalizar faremos um fechamento onde o jovem deverá escrever o que achou da oficina.

Produtos geradores: Reportagem “Lápis cor de pele qual a cor?”

Edição da Vira sobre Racismo (Ed. 31)

Vídeos sobre esta temática

Formas de registro:

Referencias para pesquisa e aprofundamento:

Check list:

Relatório da atividade:

Como foi a atividade:

O que precisamos adaptar da metodologia de atividade de educomunicação:

Quais são os encaminhamentos para um próximo encontro com o grupo:

Temas transversais:

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Meio Ambiente

Nome da atividade: Meio Ambulante

Tema: Meio Ambiente e sentido de pertencimento

Objetivo: Simplificar o tema “meio ambiente” para os adolescentes e jovens, mostrando como ele está muito mais próximo do nosso dia-a-dia do que imaginamos. Sensibilizar os participantes a observarem mais os espaços que eles vivem.

Duração: 2 horas

Local: A decidir

Materiais necessários: Data show ou TV com aparelho de DVD, papel sulfite, canetas, quadro com canetão ou giz.

Público-participante: Estudantes de ensino médio da rede pública de ensino, entre 15 e 18 anos.

Número de participantes: Entre 20 a 40 pessoas.

Responsáveis/ equipe: Amanda, Evelyn, Ingrid e Sabrina

Linguagens a serem trabalhadas (ou sensibilizadores): Vídeo, fotos e debate em roda.

Passo-a- passo:

  1. Dinâmica inicial: “Quem sou eu e como é o lugar onde eu vivo” (20 minutos).
  2. Divisão dos grupos em quatro temas: Ar, Água, Lixo e Som/Barulho
  3. Apresentação do vídeo sobre “Meio ambulante – onde está a minha cidade no meio ambiente” (5 minutos).
  4. Após o vídeo, já divididos em temas, os grupos terão que discutir a relação deles com a temática em questão e o que isso tem a ver com a cidade e o meio ambiente (20 minutos).
  5. Apresentação do que foi debatido em linguagem artística – teatro, dança, música, fanzine etc. (30 minutos).
  6. Sessão de fotos: os facilitadores vão mostrar fotos de alguns “cartões postais” de São Paulo e perguntar aos participantes onde fica aquele lugar. Na sequência, serão expostas fotos do bairro deles e eles serão desafiados a acertar onde fica a foto em questão. A medida em que as fotos do bairro vão aparecendo e sendo identificadas, eles terão que refletir como é o meio ambiente daquele lugar (qualidade do ar, o barulho, a arborização, o que fazem com o lixo, para onde vai…) (15 minutos).
  7. Retomada da roda de apresentação: Depois dessas reflexões, os participantes retomarão ao início da oficina e terão que responder novamente: “quem sou eu, o que eu gosto no meu bairro, o que eu não gosto e o que eu posso fazer para mudar”. (20 minutos)
  8. Avaliação e encerramento (10 minutos).

Produtos gerados: Manifestações artísticas sobre o assunto.

Formas de registro: Foto e vídeo.

Referências para pesquisa e aprofundamento: O material que será exposto na oficina.

Check list:

Relatório da atividade:

Como foi a atividade:

O que precisamos adaptar da metodologia de atividade de educomunicação:

Quais são os encaminhamentos para um próximo encontro com o grupo?

Temas transversais: Pertencimento, relação com os espaços.

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JORNAL MURAL

Contato: Diretora da Gestão: Monica e Cristina

Endereço: Rua Maria Moassab Barbour, s/n

Bairro: Grajaú / Socorro  – Tel.: (011) 5976-5527/5521

Dia 21 de Junho de 2010

Nome da atividade: Jornal Mural

Tema: participação política de adolescentes e jovens.

Objetivo:

– Apresentar o jornal mural como estratégia de participação coletiva de jovens;

– Criar na escola esse espaço de comunicação onde o aluno possa expressar a sua visão em relação ao que acontece na escola; que este espaço tenha continuidade.

– Apresentar os conceitos e práticas básicos de um jornal mural educomunicativo;

– Propor a construção de um jornal mural coletivo.

materiais necessários:cartolina, caneta, blocos de anotação, cola, tesoura, revistas e jornais para recortar, materiais de referência, fita adesiva.

público- participante: grupos articuladores inscritos para a oficina

número de participantes até 30

responsáveis/ equipe: Isabela (RI), Wesley,(Grupo Sentimentos) e Amanda (Fazenda da Juta) e Jeane ( Quarto Mundo)

passo-a- passo:

1°- Dinâmica “Eu interrompo”: Forma-se uma roda, uma pessoa começa se apresentando; se outra pessoa ouvir algo em comum levanta a mão e diz “Eu interrompo” e prossegue a sua apresentação, até ser interrompido por outra pessoa que tenha algo em comum.

– Apresentar o jornal mural como estratégia de comunicação para mobilização de adolescentes. Frisar que quanto mais gente se organizar em equipes para fazer o jornal, mais as pessoas da comunidade, escola etc vão querer ler o jornal. 5 minutos

– Explicar o que é linha editorial e pedir para que grupo escolha qual será a do jornal; 5 minutos

– Explicar e escolher pauta básica para:

– reportagem;

– entrevista;

Artigo;

– crítica;

– enquete;

– ilustrações e charges;

Caso exista mais de uma alternativa de pauta para cada tipo de texto do jornal, organizar uma votação. 1h05

Organizar equipes. As pessoas devem escolher qual texto ou ação do jornal mural quer participar. 10 mins

– Produções começam a ser organizadas pelo grupo de diagramação (que antes já pode ir montando o título do jornal e outras etapas do jornal).

– Todos lêem o jornal.

– Avaliação do jornal e da oficina como um todo.

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Midia Alternativa

Nome da atividade: Faça você mesmo

Tema: Mídia alternativa

Objetivo: Apresentar o tema, explicar sua importância e motivas os jovens no âmbito da mídia alternativa.

Duração: 2 horas

Local: A decidir

Materiais necessários: Papel Craft, canetas coloridas, canetão, sulfite, lápis de cor, lápis, borracha, tesoura, régua, cola, revista e durex.

Público-participante: Estudantes de ensino médio da rede pública de ensino, entre 15 e 18 anos.

Número de participantes: Entre 20 a 40 pessoas.

Responsáveis/ equipe: A decidir

Linguagens a serem trabalhadas (ou sensibilizadores): Debate em roda e exposição de mídias alternativas como jornal mural (fotos), fanzine e revistas (Território Livre, Viração e Menisquência, por exemplo.)

Passo-a- passo:

  1. Dinâmica/apresentação da oficina. – 20 minutos
  2. Construção coletiva do conceito de mídia alternativa (e anotações no craft conforme as definições surgirem no grupo.) – 20 minutos
  3. Ilustrar o conceito com a exposição de mídias alternativas (revista, fanzine e jornal mural) e citar outros meios (vídeos, coletivos, jornal de bairros, blog e web rádios) – 20 minutos
  4. Divisão do grupo da oficina em cinco subgrupos, os quais receberão temáticas próprias (vídeo, foto, jornal mural, fanzine e produção de artigos para blog) para a produção destas mídias. A escolha de cada subgrupo/tema fica a critério do grupo. – 50 minutos
  5. Avaliação final/lista de etapa – 10 minutos

Produtos gerados: As mídias produzidas durante a oficina.

Formas de registro: Foto e vídeo.

Referências para pesquisa e aprofundamento: O material que será exposto na oficina.

Check list:

Relatório da atividade:

Como foi a atividade:

O que precisamos adaptar da metodologia de atividade de educomunicação:

Quais são os encaminhamentos para um próximo encontro com o grupo?

Temas transversais:

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SEXUALIDADE

Tema: Sexualidade

Objetivo: abordar diversos aspectos da sexualidade.

Duração 3 horas

Local: escola

Materiais necessários tarjetas, craft, canetões, cola, tesoura

Público- participante: adolescentes e jovens

Número de participante:20

Responsáveis/ equipe: Gabriel, Ana Karina e Elis

linguagens a serem trabalhadas (ou sensibilizadores)

Passo-a- passo:

Dinâmica inicial20 minutos

Adolescentes de pé no centro da sala.

Facilitadores(as) lêem as afirmações abaixo e o grupo que concorda dá uma passa o para a direita. O grupo que discorda vai para esquerda.

Assim que o grupo se dividir , educadoras problematizam as afirmações.

Afirmações:

– Existe violência sexual entre casais (marido e mulher, de namorados etc);

– Conhecendo meu corpo, eu me relaciono melhor com o outro;

– A maioria dos homens que onheço não é machista;

– Minha orientação sexual será definida até a adolescência;

– Para ter filhos é preciso encontrar minha outra metade da laranja;

– Fiuk e Juliane Paes são modelos de beleza;

Fechar esta dinâmica falando sobre os direitos sexuais e reprodutivos. (10 minutos)

Assistir ao filme Medo de que? 20 min

O que o filme aborda?

– Quem é o lápis?

Atividade em Sub- grupos

 

  1. 1.      Corpo, transa e virgindade

Qual a diferença entre sexo e sexualidade?

O que precisamos para viver nossa sexualidade?

Como a temática sexualidade/sexo é discutida na sociedade (escola, família, grupos, igreja etc)?

  1. 2.      Ser homem, ser mulher, ser…

Como o gênero (homem e mulher) é definido culturalmente? (Ex: menino brinca com carrinho e menina com boneca)

Qual a diferença entre orientação e identidade sexual?

  1. 3.      Sou hetero, sou gay, sou lésbica, sou bissexual, sou pansexual…

Orientação sexual é uma escolha?

Perante a lei somos todos iguais. Qual os direitos da comunidade LGBTT?

Como você sente que a escola, a família e a sociedade abordam essa questão?

Apresentação dos trabalhos para o grande grupo de forma lúdica( teatro, cartaz, musica, poesia) 30min 10 min cada grupo.

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Eu, meu corpo, meu chão

 

“Você não pode ensinar nada a um homem;

você pode apenas ajudá-lo a encontrar a

resposta dentro dele mesmo”.

(Galileu Galilei)

Objetivo geral:

Olhar para o corpo e percebê-lo como nossa primeira casa e veículo de comunicação.

Objetivos específicos:

  • Despertar um olhar diferenciado para o próprio corpo;
  • Pensar o corpo como veículo de comunicação;
  • Entrar em contato com o que meu corpo sonha, quer, sente, deseja..;
  • Compartilhar meus descobrimentos, me apresentar e conhecer os outros;
  • Começar a compreender o que é cultura.

Questionamentos:

  • O que o meu corpo está me comunicando agora?
  • Quais as formas que o meu corpo se comunica?
  • Onde estão meus pés? Que cultura é essa?

Materiais necessários:

Máquina fotográfica, Sala ampla, com espaço para circular, aparelho de rádio, músicas relaxantes, músicas lentas, músicas animadas, rápidas. Impressos cristais de água, cartolinas inteiras, cartolinas cortadas para crachá, furador, barbante ou lã, canetas coloridas, frase tocando os pés na lousa.

Duração: 2 horas

ATIVIDADE 1 – SENTINDO/ PERCEBENDO O CORPO

Duração: 20 minutos

A forma de estarmos aqui neste mundo é com o corpo, é com ele que podemos receber tudo que acontece no mundo, é com ele que podemos interferir e agir no mundo. Você já parou para sentir o seu corpo? Percebe-lo? Como está o seu corpo agora?

  • 10 minutos: Deitados no chão, com uma música relaxante, vamos todos prestar atenção na respiração. É ela que, em qualquer momento, pode nos trazer de volta para o corpo, para a sensação de estar no corpo. Sintam o ar que entra pelas narinas. Como ele entra? Qual temperatura? Como ele sai? Nos próximos minuto vamos buscar entrar em contato com nosso corpo, com o que ele tem para nos falar.
  • 10 minutos: Levantando devagar, com uma música calma, vamos andar pela sala e prestar atenção nos nossos pés, como eles tocam o chão? Eles sustentam nosso corpo todo…como isso é possível? Ir trocando as músicas e o jeito de andar. Correndo, pulando, dançando, como um elefante, como uma girafa, como um bebê…ao final, sentamos todos em roda e por um minuto, em silêncio, sentimos novamente o corpo. Como estão as nossas mãos? A nossa pele? A sensação de vida em nosso corpo? Vamos escuta-lo.

ATIVIDADE 2 – NOSSO PONTAPÉ INICIAL

Duração: 32 minutos

Pois bem, é desse lugar que vamos partir: dos pés.

2 minutos: Colocar a frase na lousa

“Cada um lê com os olhos que tem. E interpreta a partir de onde tem os pés” Leonardo Boff – A águia e a galinha

10 minutos: Um bom exercício de escuta física do nosso corpo é observarmos como estamos sobre nossos pés. E porque justamente nossos pés são o pontapé inicial?! Porque eles simbolizam nossa força. É o suporte de que dispomos para permanecermos eretos. Já imaginou você, essa massa muscular e formada de 206 ossos, toda essa “belezura”, sem seus pés, como seria? Os pés são nossas raízes na terra. Vamos colocar nossos pés um pouco para cima…eles nos carregam o dia todo…como é “carregar” nossos pés um pouquinho?

Os pés podem representar a gente por inteiro, daí a expressão corriqueira: “pegando no meu pé”.Em muitas tradições religiosas de diferentes povos, mitos e contos de fada os pés ocupam um lugar especial. Nas diferentes práticas de yoga temos a purificação dos pés na água salgada: porque pelos pés podem escorrer nossas fadigas e tensões. Na Quinta-feira da Semana Santa, temos a cerimônia do Lava-pés entre os cristãos, para lembrar a cena em que Jesus lavou os pés dos discípulos. Lavar os pés de alguém – para os cristãos e muitas outras tradições religiosas – representa devolver a ele sua capacidade de prazer, é colocá-lo novamente em pé. Quando Jesus está aos pés de seus discípulos, não é apenas por um gesto de humildade, mas é também como um gesto de cura e amor. Porque não se pode amar alguém e olhá-lo de cima. E também não se trata de olhá-lo de baixo para cima, sendo-lhe submisso. A palavra pé, podos em grego, está intimamente ligada à palavra paidos, usada para significar criança e de onde vêm  a palavra pedagogia. Assim, um pedagogo é um especialista que cuida dos pés do ser humano, desde que cuidar dos pés de alguém signifique cuidar da criança que está nele. Certa vez um discípulo perguntou ao mestre: O que posso fazer para ajudar alguém? E o mestre respondeu: “Lembre-se de que esta pessoa um dia foi criança e que esta pessoa ainda é uma criança. E que tem dor nos pés”.  O equilíbrio de nosso corpo depende de nosso enraizamento. De nossas raízes. E se as raízes são sadias, toda a árvore é sadia. Portanto, além de estarmos atentos às flores e frutos, dediquemos mais atenção também às raízes, aos nossos pés.

  • 20 minutos: Vamos levantar. Todos de pé? Vamos tocar nossos pés.

Como os participantes tocaram os pés? Todos curvam as costas e tocam os pés?

Somos diferentes, com corpos diferentes, mas aprendemos a tocar os pés da mesma forma. Porque? Refletir com o grupo.

Que outras formas temos de tocar os pés? Nossos pés e dos outros…vamos tentar?

Depois: Quais são nossas raízes individuais? Que nos sustentam? Já pensaram sobre isso? E…Onde estão nossos pés? que lugar é esse onde estão os nossos pés? Que cultura é essa na qual estão os nossos pés? Que nós estamos? Que solo é esse? A língua que falamos, alguns costumes próprios de quem tem os pés aqui…podemos levantar alguns?

O que é Cultura?

Cultura do latim cultura, cultivar o solo, cuidar. Ou seja, não é algo que simplesmente surge, aparece, e sim, algo que é cultivado, mantido…

Se refere a crenças, comportamentos, valores, instituições, regras morais que permeiam e identificam uma sociedade. Explica e dá sentido à cosmologia social, é a identidade própria de um grupo humano em um território e num determinado período.

Pode-se pedir para que alguns participantes se responsabilizem por ir anotando o que vai sendo falado em cartolinas. Podem ir desenhando também etc. Esse material fica separado e pode ser exposto no final do encontro e utilizado nos encontros seguintes.

ATIVIDADE 4 – DE DENTRO PARA FORA

Duração: 35 minutos

Vocês já ouviram falar que o corpo fala? Como ele fala? Como ele se comunica? A dor é uma forma de comunicação, quando estamos apaixonados, sentimos nosso coração bater mais forte, ou um “friozinho na barriga”, e quando sentimos medo? Além da comunicação interna, corpo é o veículo de comunicação externa. Em cada cultura, ou em situações diferentes, um sinal pode representar coisas diferentes. Exemplo: legal e ok – mergulho. Vimos também que, além do que falamos, passamos outras coisas, que gerem outras coisas também nos outros e em nós…Então, o corpo se comunica interna e externamente. Vamos compartilhar, comunicar, então, algumas coisas que estão conosco, que se passam conosco.

20 minutos: Vamos agora produzir uma primeira ferramenta de comunicação externa ao corpo: nossos crachás. Este é um momento individual. Cada um pega o material disponível e monta seu crachá. Ele irá mostrar para os outros algumas coisas que se passam dentro de nós e conta um pouquinho da nossa história. ATENÇÃO: educadores também fazem seus crachás!

    1. O Nome é a primeira coisa que recebemos do mundo, dos outros. Ele nos acompanha por toda nossa vida e, dependendo do que realizamos, fica para a história e na memória dos nossos conhecidos. Qual o nome/apelido que você gostaria de ser chamado aqui?
    2. O que ando fazendo ultimamente? Lendo, estudando algo? Namorando….
    3. Características positivas. Como não estamos acostumados a entrar em contato com nós mesmos, muitas vezes é difícil saber sobre nó mesmos! Mas, com um pouquinho de concentração, conseguimos perceber algumas características que temos. A idéia aqui é colocarmos de uma a três características positivas, bacanas, legais.
    4. Minhas raízes: todo mundo vem de algum lugar. Lembra do exercício que fizemos com os pés? Quais são as suas raízes, o que te sustenta? Quais valores?
    5. Sonhos…ah…sonhar é muito bom, e necessário! Sonhar é essencial, principalmente quando sonhamos de olhos abertos, sonhamos em conquistar algo. Temos muito sonhos, alguns muito preciosos. Dizer para alguém que seu sonho é besta, não tem sentido, não é possível é muito triste. Os sonhos vêm de um lugar especial em nós, onde tudo é possível. Qual o seu maior sonho?
  • 15 minutos: Agora nós vamos nos conhecer! Claro que muitos de nós aqui já se viram por aí…e podemos dizer que nos conhecemos. Mas, percebemos hoje que não conhecemos de verdade, profundamente, nem o nosso corpo…nem nós mesmos…quanto mais os outros! Mas esse crachá podemos conhecer coisas valiosíssimas uns dos outros. Já vejo por aí tantos sonhos lindos…olha esse aqui por exemplo, e esse! Uau!! Temos aqui também tantas características lindas…quantas coisas boas para compartilhar…enfim, vamos conhecer um pouquinho mais de nós.

Ao som de uma música animada, em duplas, vamos segurar na mão do outro, olhar nos olhos do outro e olhar seu crachá. Podemos apenas observar, ou perguntar algo que chamou atenção…ao ouvirem duas palmas, vamos trocar de duplas.

PARA VIDA: durante essa semana observe seu corpo e sua respiração. Anote as coisas que te chamarem atenção. Quando conversar com alguém, olhe nos olhos dela. O que os olhos dela te passam? Preste atenção na sua respiração enquanto ouve alguém falar: como você se sente? Como seu corpo fica? Anote…Você pode produzir vídeos, fotos , desenhos ou textos a partir das suas percepções…

 

 

 

 

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